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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Laboratório de Liturgia

Quatro momentos: Crer – Celebrar – Viver – Orar
13 de abril de 2013


1º Momento - Creio
Fomos separado em 2 grupos de mais ou menos 30 pessoas. O nosso grupo ficou no salão da igreja e vendaram nossos  olhos de forma que não enxergávamos nada, foi nos dado um sinal para iniciar a caminhada. Eu, a Dani, a Vanessa, a Sueli e a Dona Lurdes ficamos andando de braços dados por uns 10 minutos, sinceramente nos pareceu uma eternidade, então, o coordenador da atividade nos separou e já pediu que tirássemos a venda.
Partilhando o momento: o sentimento da maioria das pessoas foi basicamente os mesmos, medo, insegurança, solidão e muitos outros sentimentos, porque andando no Escuro a sensação foi como se estivesses sem Deus, e esses sentimentos tristes nos dominaram a alma, por que Deus é nossa luz é a luz do nosso caminho, nosso farol. "Creio em Deus Pai, todo poderoso, Criador do Céu e da Terra"

2º Momento - Celebrar
No segundo momento vimos no Sacramento primordial de Deus a entrega do Corpo e do Sangue de Jesus na Eucaristia.
A Eucaristia é o coração da Igreja, ela é um chamado, uma entrega de coração aberto, um crer, o perdão, é a nossa salvação, é uma alegria antecipada para o encontro com o céu.
Eu vou celebrar aquilo que vivo e vivo o que eu celebro.
A Liturgia é a nossa celebração diária, ela nos leva a uma experiência de fé, um encontro com o Espírito Santo. Se eu não viver a fé, se eu não crer, se eu não rezar, se eu não fizer minha parte com fé serei com um vaso sem terra, sem sementes e sem plantas e nunca conseguirei florescer. Minha fé não pode ser levada no vento, ela deve ser construída na rocha, na rocha da minha igreja.
No final partilhamos o pão e um delicioso suco de uva com nossos irmãos como sinal da partilha de Jesus comigo e da minha partilha com o outro.

3º Momento – Viver
No terceiro momento entramos em uma sala com uma linda música e 2 pessoas sentadas ao centro simbolizando Deus nos moldando.O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida e o homem se tornou um ser vivente.” Gêneses 2, 7.
A principal atividade dessa sala teve com objetivo a materialização individual com a argila, ou seja, cada integrante do grupo ganhou um punhado de argila, para transformá-la conforme seus corações iam se envolvendo na atividade. E as palavras do Seminarista Guilherme entravam em nossos corações juntamente com a doce melodia e ele dizia que vivemos, Deus nos criou, temos sede, sede do Pai, que nos criou como seus filhos amados. Senti como se nós fossemos o próprio barro e através da oração e meditação junto a Jesus, Ele derramava água viva, no qual, íamos  moldando aquele punhado de argila e  a transformação ocorria em nossas mãos e em nossos corações.
E o palestrante falava-nos que essa sede que sentimos se chama felicidade, por que se sentimos sede somos convidados a buscar essa água, essa água viva que vêm do Senhor. E nessa busca incessante com o coração aberto encontramos a felicidade que é um sentimento de paz, amor e ele abriram-nos os olhos também para os obstáculos e nos deixou algumas perguntas:
Como seguir esse caminho?
Como viver em Deus?
Como se viver o caminhar com Deus?
Como apenas uma palavra ele respondeu as 3 questões: Somos Bem aventurados, e devemos viver essa presença viva que é o Espírito Santo, a fé, a esperança e a principal a caridade. Somos livres, na nossa liberdade devemos abrir o coração e deixar Deus nos modelar. O oleiro é o Senhor.

4º momento – Orar
Nesse último momento do Laboratório de Liturgia o palestrante convidou-nos a pegar um copo com um óleo e ungir o nosso irmão, com pensamentos de cura, unção, e renovação da vida do outro. Depois fizemos uma procissão com a cruz e louvando ao Senhor.
Finalizamos rezando o Pai Nosso e meditando cada pedacinho dessa poderosa oração.

Através desse relato agradecemos a disponibilidades de todos os palestrantes envolvidos nesse dia abençoado. Que Deus os capacite cada dia mais para que juntamente com o Espírito Santos vocês sejam sempre movidos por esse Deus maravilhoso e cheio de misericórdia para com seus filhos amados.

terça-feira, 9 de abril de 2013

O principal dom que temos é o Amor



Havia, certa vez, uma jovem de família de classe média que estava ficando cada vez mais doente. Por fim, ela não queria mais nem se levantar da cama. Era uma doença misteriosa, que nenhum médico descobria.  
Um dia, após os exames, o médico chamou os pais dela e disse: “Quero tentar ainda um recurso. Se vocês me permitirem, levarei a sua filha comigo para um passeio”. Os pais concordaram.  
No dia seguinte, logo de manhã, o médico parou seu carro na frente da casa deles, a jovem entrou e saíram. Atravessaram a cidade e seguiram por ruas de terra, num bairro bem pobre. Pararam junto a um barraco.  
O doutor disse: “Chegamos. Vamos fazer uma visitinha”. Ao entrarem no barraco, o médico foi recebido naturalmente, sinal que ia lá com frequência. Ele apresentou a garota e fez perguntas sobre a saúde da viúva e dos filhos.  
A mocinha observava tudo. O médico deixou alguns medicamentos e despediu-se. Na volta, a menina perguntou se iam voltar. “Sim” respondeu ele.  
Dois dias após, o médico encostou o carro junto à porta da casa da jovem. Ela já o esperava, com várias sacolas plásticas. Durante o percurso, conversou animadamente. Chegando ao barraco, foi ela quem mais conversou. O médico estava satisfeito. Seu novo método de cura estava surtindo efeito.  
Voltaram mais vezes. Depois ela passou a ir sozinha, com as amigas, que alargaram o seu círculo de amizades na favela. Algumas semanas depois, a moça estava curada, bonita e bem disposta.  
Conclusão:
Os nossos dons foram feitos para serem usados e não guardados só para nós.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Livre-se de todo o peso desnecessário...

Vencemos a morte e a vida abre-nos um imenso sorrido, depois da meditação da quaresma e com todas as fases e dias no coração, continuaremos o caminho através de nossos atos e ações. eficaadica. essa é uma parábola para reflexão e é uma continuação do caminho. 

É uma regra do montanhismo. Mas somente quando você está lá, subindo o monte, com uma mochila pesada nas costas, debaixo do sol, o joelho doendo, e as costas doloridas, é que essa regra se torna clara e verdadeira como nunca. Quaisquer 100 gramas a mais parecem 10 quilos…
E em nossa vida diária é a mesma coisa.  
Temos que largar mão de tudo que é desnecessário, toda a bagagem inútil, para podermos chegar ao destino desejado. O ano está avançando. Parece que foi ontem que falei feliz ano novo. Temos metas, desafios, e temos que avaliar o que estamos levando na bagagem.  
É uma boa hora de jogar fora tudo o que atrapalha, tirar todo o peso que certamente nos impedirá de avançar. Mágoas, rancor, tristezas, lembranças ruins, fracassos, raiz de amargura, traumas, comodismo – e tudo que pesa sobre nós e nos impede de ir adiante com serenidade.  
Mas como?
TOMANDO UMA DECISÃO.

Você já tomou sua decisão!!! Agora vamos em frente!!!!

sexta-feira, 29 de março de 2013

A Sexta-feira Santa, ou 'Sexta-feira da Paixão', é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos. 

Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.

A Sexta-feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira Sexta-feira de lua cheia após o equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril.

Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é o único dia em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.

Por ser um dia em que se contempla de modo especial Cristo crucificado, as regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no seguinte (Sábado Santo) se venere o crucifixo com o gesto da genuflexão, ou seja, de joelhos.

No entanto, mesmo sem a celebração da missa, tem lugar, no rito romano, uma celebração litúrgica própria deste dia. Tal celebração tem alguma semelhança com a celebração da Eucaristia, na sua estrutura, mas difere essencialmente desta pelo facto de não ter Oração eucarística, a mais importante parte da missa católica.

A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida por uma liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes. Presidida por um presbítero ou bispo, paramentado como para a missa, de cor vermelha, a celebração segue esta estrutura:

  • Entrada em silêncio do presidente e dos ministros, que se prostram em adoração diante do altar oração colecta.
  • Liturgia da Palavra: leitura do livro de Isaías (quarto cântico do servo de Javé, Is 52,13-53,12), salmo 31 (30), leitura da Epístola aos Hebreus (Hebr 4, 14-16; 5, 7-9), aclamação ao Evangelho e leitura do Evangelho da Paixão segundo João (Jo 18,1-19,42, geralmente em forma dialogada).
  • Homilia e silêncio de reflexão.
  • Oração Universal, mais longa e solene do que a da missa, seguindo o esquema intenção – silêncio – oração do presidente.
  • Adoração da Cruz: a cruz é apresentada aos fiéis e adorada ao som de cânticos.
  • Pai Nosso
  • Comunhão dos fiéis presentes. Toma-se pão consagrado no dia anterior, Quinta-Feira Santa.
  • Oração depois da comunhão.
  • Oração sobre o povo. 

    Obs: Em muitas cidades históricas como: Paraty, Ouro Preto, Pirenópolis e Jaraguá - GO a Celebração da Paixão e Morte do Senhor é procedida da Procissão do Enterro, também conhecida como Procissão do Senhor Morto, em que são cantados motetos em latim.

    Toda a liturgia católica deste dia está em função de Cristo crucificado. Assim, a liturgia da Palavra pretende introduzir os fiéis no mistério do sofrimento e da morte de Jesus, que assim aparece como uma acção livre de Cristo em ordem à salvação de toda a humanidade.

    A veneração da cruz, símbolo da salvação, pretende dar expressão concreta à adoração de Cristo crucificado.

    A comunhão eucarística é, para a Igreja, a forma mais perfeita de união com o Mistério pascal de Cristo, e por isso é um ponto culminante na união dos fiéis com Cristo crucificado. O fato de se comungar do pão consagrado no dia anterior vem exprimir e reforçar a unidade de todo o Tríduo Pascal.

    Além da celebração da Paixão do Senhor, rezam-se as diversas horas litúrgicas da Liturgia das Horas.

A Igreja exorta os fiéis a que neste dia observem alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Assim, convida-os à prática do jejum e da abstinência da carne.

Exercícios piedosos, como a Via Sacra e o Rosário, são também recomendados como forma de assinalar este dia especialmente importante para a fé cristã.

fonte: http://www.catolicismoromano.com.br/content/view/416/29/

quinta-feira, 28 de março de 2013

Santa Ceia e Lava-pés - João 13, 1-17



1 Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou. 
2 Durante a ceia, - quando o demônio já tinha lançado no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de traí-lo -, 
3 sabendo Jesus que o Pai tudo lhe dera nas mãos, e que saíra de Deus e para Deus voltava, 
4 levantou-se da mesa, depôs as suas vestes e, pegando duma toalha, cingiu-se com ela. 
5 Em seguida, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha com que estava cingido. 
6 Chegou a Simão Pedro. Mas Pedro lhe disse: Senhor, queres lavar-me os pés!... 
7 Respondeu-lhe Jesus: O que faço não compreendes agora, mas compreendê-lo-ás em breve. 
8 Disse-lhe Pedro: Jamais me lavarás os pés!... Respondeu-lhe Jesus: Se eu não tos lavar, não terás parte comigo. 
9 Exclamou então Simão Pedro: Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça. 
10 Disse-lhe Jesus: Aquele que tomou banho não tem necessidade de lavar-se; está inteiramente puro. Ora, vós estais puros, mas nem todos!... 
11 Pois sabia quem o havia de trair; por isso, disse: Nem todos estais puros. 
12 Depois de lhes lavar os pés e tomar as suas vestes, sentou-se novamente à mesa e perguntou-lhes: Sabeis o que vos fiz? 
13 Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. 
14 Logo, se eu, vosso Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros. 
15 Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós. 
16 Em verdade, em verdade vos digo: o servo não é maior do que o seu Senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou. 
17 Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob condição de as praticardes. 

As cerimônias de hoje remetem à Santa Ceia e aos últimos gestos de Jesus Cristo antes de ser entregue aos soldados romanos. Reunido com os 12 discípulos, Ele partilhou pão e vinho como símbolo de seu próprio corpo e sangue que daria em sacrifício. Depois, em sinal de humildade, lavou os pés dos apóstolos. 

quarta-feira, 27 de março de 2013

Tenho traído e desprezado o amor de Jesus por mim?


São Mateus nos revela, hoje, o modo como Jesus foi traído por um dos Seus homens de confiança. Com um simples beijo, Judas planeja vender o seu Mestre. Por trinta moedas traça-se o poder financeiro, material e finito pela vida, dom de Deus.
Uma verdadeira contradição! O Dono de tudo é trocado pelo dinheiro. Ontem como hoje, a opção pelo dinheiro e a rejeição da vida humana tem falado mais alto.
Será que Judas era, na verdade, um amigo? Eu diria que ‘não’, porque, com a traição, ele revela sua hipocrisia no relacionamento com Jesus. Não era quem dava a impressão de ser, mas um traidor travestido de amigo. Judas, no entanto, não detinha o poder sobre a vida de Jesus.
O Evangelho destaca que o gesto de Judas estava inserido num contexto maior do desígnio divino sobre o destino do Messias. Mas nem por isso sua responsabilidade foi menor. As palavras terríveis que recaíram sobre ele não deixam dúvida a este respeito: “Seria melhor que nunca tivesse nascido!” Só Judas age na contramão da vontade do Mestre, mesmo que sua decisão já estivesse no contexto da vontade de Deus.
A atitude cristã que devemos ter é a de corresponder com a graça divina, e não desprezá-la, traindo o amor de Cristo, como fez Judas.
Peçamos ao Senhor que nos conceda uma fé firme e permanente a ponto de fazermos a diferença neste mundo cheio de ganância e numa busca constante de privilégios. Sobretudo, onde o grito de Maquiavel: “O fim justifica os meios” ainda continua ditando normas. Tira-se a vida em troca de poder, prazer e posse.
Padre Bantu Mendonça
http://blog.cancaonova.com/homilia/2013/03/27/

terça-feira, 26 de março de 2013

São Joaquim e Sant'Ana

Com alegria celebramos hoje a memória dos pais de Nossa Senhora: São Joaquim e Sant'Ana. 
Em hebraico, Ana exprime "graça" e Joaquim equivale a "Javé prepara ou fortalece". 
Alguns escritos apócrifos narram a respeito da vida destes que foram os primeiros educadores da Virgem Santíssima. Também os Santos Padres e a Tradição testemunham que São Joaquim e Sant'Ana correspondem aos pais de Nossa Senhora. 
Sant'Ana teria nascido em Belém. São Joaquim na Galileia. Ambos eram estéreis. Mas, apesar de enfrentarem esta dificuldade, viviam uma vida de fé e de temor a Deus.
O Senhor então os abençoou com o nascimento da Virgem Maria e, também segundo uma antiga tradição, São Joaquim e Sant'Ana já eram de idade avançada quando receberam esta graça.
A menina Maria foi levada mais tarde pelos pais Joaquim e Ana para o Templo, onde foi educada, ficando aí até ao tempo do noivado com São José. A data do nascimento e morte de ambos não possuímos, mas sabemos que vivem no coração da Igreja e nesta são cultuados desde o século VI.


São Joaquim e Sant'Ana, rogai por nós!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Anunciação do Senhor



Neste dia, a Igreja festeja solenemente o anúncio da Encarnação do Filho de Deus. O tema central desta grande festa é o Verbo Divino que assume nossa natureza humana, sujeitando-se ao tempo e espaço.

Hoje é o dia em que a eternidade entra no tempo ou, como afirmou o Papa São Leão Magno: "A humildade foi assumida pela majestade; a fraqueza, pela força; a mortalidade, pela eternidade."

Com alegria contemplamos o mistério do Deus Todo-Poderoso, que na origem do mundo cria todas as coisas com sua Palavra, porém, desta vez escolhe depender da Palavra de um frágil ser humano, a Virgem Maria, para poder realizar a Encarnação do Filho Redentor:

"No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem e disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.’ Não temas , Maria, conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Maria perguntou ao anjo: ‘Como se fará isso, pois não conheço homem?’ Respondeu-lhe o anjo:’ O Espírito Santo descerá sobre ti. Então disse Maria: ‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tu palavra’" (cf. Lc 1,26-38).

Sendo assim, hoje é o dia de proclamarmos: "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós" (Jo 1,14a). E fazermos memória do início oficial da Redenção de TODOS, devido à plenitude dos tempos. É o momento histórico, em que o SIM do Filho ao Pai precedeu o da Mãe: "Então eu disse: Eis que venho (porque é de mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade" (Hb 10,7). Mas não suprimiu o necessário SIM humano da Virgem Santíssima.

Cumprindo desta maneira a profecia de Isaías: "Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e o chamará Deus Conosco" (Is 7,14). Por isso rezemos com toda a Igreja:

"Ó Deus, quisestes que vosso Verbo se fizesse homem no seio da Virgem Maria; dai-nos participar da divindade do nosso Redentor, que proclamamos verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Por nosso Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo".

sábado, 23 de março de 2013

Amanhã Celebração de Domingo de Ramos


O Domingo de Ramos marca o início da Semana Santa, que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus agitando seus ramos de oliveiras e palmeiras. Os ramos significam a vitória: "Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas".
Os ramos apresentados pelo povo nos remetem ao sacramento do batismo, por intermédio do qual nos tornamos filhos de Deus e responsáveis pela missão da nossa Igreja. E o ato de levarmos os ramos para casa nos lembra que estamos unidos a Cristo na luta pela salvação do mundo.
A Procissão de Ramos tem como objetivo apresentar a peregrinação que cada cristão realiza sobre a Terra buscando a vida eterna ao lado do Senhor. Esse ato nos faz relembrar que somos peregrinos neste mundo e que o céu é o lugar de onde viemos e para onde devemos voltar.
Por fim, a Santa Missa do Domingo de Ramos traz a narrativa de São Lucas sobre a Paixão de Jesus: Sua angústia mortal no Horto das Oliveiras, o Sangue vertido com o suor, o beijo traiçoeiro de Judas, a prisão, os maus-tratos nas mãos dos soldados na casa de Anãs, Caifás; Seu julgamento iníquo diante de Pilatos, depois, diante de Herodes, Sua condenação, o povo a vociferar “crucifica-o, crucifica-o”; as bofetadas, as humilhações, o caminho percorrido até o Calvário, a ajuda do homem cirineu, o consolo das santas mulheres, o terrível madeiro da cruz, o diálogo d'Ele com o bom ladrão, Sua morte e sepultura.
O Mestre nos ensina com fatos e exemplos que o Seu Reino, de fato, não é deste mundo. Que Ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas para derrubar um inimigo muito pior e invisível, o pecado. E para isso é preciso se imolar; aceitar a Paixão, passar pela morte para destruí-la; perder a vida para ganhá-la.
Professor Felipe Aquino

sexta-feira, 22 de março de 2013

As cinco pedrinhas de NOSSA SENHORA


Um dia, em Medjugorie, Nossa Senhora mandou-nos a seguinte mensagem: 

"Filhos queridos, vos convido à conversão individual. Este tempo é para vocês, porque o meu Filho dileto sem a vossa cooperação não pode realizar o que deseja. Filhos queridos, orem a fim de que possam crescer espiritualmente e ficarem mais próximo de Deus. Entrego para vocês as 5 pedrinhas, que representam as armas contra o vosso gigante Golias com as quais poderão vencer qualquer batalha".

Nossa Mãezinha do Céu, mais uma vez nos amando e nos ensinado como chegar ao Céu!!!

As Cinco Pedrinhas são:

Eucaristia - Confissão - Bíblia - Rosário - Jejum


fonte: http://www.ultimasmisericordias.com.br/Pagina/315/SITES-CATOLICOS

Evangelho do dia


Evangelho (Mateus 26,14-25)

Quarta-Feira, 27 de Março de 2013
Semana Santa

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 14um dos doze discípulos, chamado Judas Isca­riotes, foi ter com os sumos sacerdotes 15e disse: “Que me dareis se vos entregar Jesus?” Combinaram, então, trinta moedas de prata. 16E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus.
17No primeiro dia da festa dos Ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?” 18Jesus respondeu: “Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O Mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos’”.
19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. 20Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam, Jesus disse: “Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair”. 22Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar: “Senhor, será que sou eu?”
23Jesus respondeu: “Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. 24O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!” 25Então Judas, o traidor, perguntou: “Mestre, serei eu?” Jesus lhe respondeu: “Tu o dizes”. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Semana Santa: entenda as tradições que antecedem a Páscoa




Com a celebração do Domingo de Ramos no último domingo, 1º, os católicos iniciaram a Semana Santa, que todos os anos mobiliza milhares de fiéis para reviver os últimos passos de Jesus Cristo. Diversas tradições são realizadas ao longo de toda a semana em preparação ao acontecimento mais importante para esses religiosos: a Páscoa do Senhor.
De acordo com o assessor da Pastoral Litúrgica da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Hernaldo Pinto Farias, o povo tem uma religiosidade muito marcada e, nesses dias da Semana Santa, são muitas as pessoas que procuram a Igreja.
“As pessoas se identificam com o Cristo morto na Cruz, com o Cristo sofredor, das lágrimas, com o Cristo que acolhe as mulheres que choram, que se identificam também por causa dos seus sofrimentos, das suas dores”, explicou.
O padre destacou que essa identificação é importante porque leva a uma vivência da fé, a uma intimidade com o Cristo que, na Sua Cruz, acolhe os sofrimentos de todos os povos.
O sacerdote, porém, ressaltou a constante necessidade de formação para vivenciar bem estes dias, embora a Igreja já invista nesse processo formativo. “Quanto mais somos formados, sobretudo no campo litúrgico, melhor vivemos nossa fé. Nosso crescimento não é apenas de estatura, de idade, mas crescemos também no campo da fé”, enfatizou.

Tradições populares
Nem todas as celebrações da Semana Santa são universais. Procissão do Encontro, na Quarta-feira Santa, Procissão do Fogaréu, conhecida também como Noite da Prisão, Procissão do Enterro ou do Senhor Morto e Malhação do Judas no Sábado de Aleluia são algumas ações que não são realizadas em todas as paróquias.
A explicação, segundo padre Hernaldo, é que estas não são celebrações prescritas pela Igreja para a Semana Santa, mas fazem parte do universo da religiosidade popular e acabam sendo mais intensas em alguns lugares e em outros não.
Essas tradições podem ser vistas como práticas da piedade popular, o que a Igreja não condena. De acordo com padre Hernaldo, a piedade popular tem o seu valor na experiência de fé do povo; são práticas que ajudam o povo a se colocar nessa intimidade com o Senhor.  “É uma forma de eles manifestarem sua fé, à sua maneira, sim, mas o que temos que fazer que a Igreja sempre solicitou é que essas práticas não sejam fins em si mesmas, ou seja, que elas conduzam à verdadeira liturgia”, ressaltou padre Hernaldo.

Significado das tradições da Semana Santa
- Missa de Ramos: abre a Semana Santa. Na procissão, o louvor do povo com os ramos é o reconhecimento messiânico da pessoa de Jesus

Missa dos Santos Óleos: acontece na manhã da Quinta-feira Santa. O óleo de oliva misturado com perfume (bálsamo) é consagrado pelo Bispo para ser usado nas celebrações do Batismo, Crisma, Unção dos Enfermos e Ordenação.

Missa de Lava pés: acontece na Quinta-feira Santa à noite. O gesto de Cristo em lavar os pés dos apóstolos deve despertar a humildade, mansidão e respeito com os outros. Neste dia, faz-se memória à Última Ceia, quando Jesus instituiu a Eucaristia. Ainda na quinta-feira, o altar é despido para tirar da igreja todas as manifestações de alegria e de festa, como manifestação de um grande e respeitoso silêncio pela Paixão e Morte de Jesus.

Tríduo Pascal: começa na Quinta-feira Santa. São três dias santos em que a Igreja faz memória da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.

- Jejum e abstinência de carne vermelha: realizados na Sexta-feira Santa, constituem uma forma de participar do sofrimento de Jesus. É um dia alitúrgico na Igreja, com a celebração da adoração da Cruz. Impera o silêncio e clima de oração, fazendo memória à paixão e morte do Senhor.

Vigília Pascal: é realizada no Sábado de Aleluia, em que se vai anunciar a ressurreição de Cristo; sua vitória sobre a morte.
Fonte: http://www.bibliacatolica.com.br

terça-feira, 19 de março de 2013

Hoje é o primeiro dia do Blog

Contamos com a participação de todos com: artigos, ideias, mensagens, datas comemorativas, aniversários, orações, dicas de saúde...
Nossa equipe está muito feliz em dividir com vocês vários assuntos ligados a nossa Espiritualidade e o bem estar da nossa Comunidade.