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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Laboratório de Liturgia

Quatro momentos: Crer – Celebrar – Viver – Orar
13 de abril de 2013


1º Momento - Creio
Fomos separado em 2 grupos de mais ou menos 30 pessoas. O nosso grupo ficou no salão da igreja e vendaram nossos  olhos de forma que não enxergávamos nada, foi nos dado um sinal para iniciar a caminhada. Eu, a Dani, a Vanessa, a Sueli e a Dona Lurdes ficamos andando de braços dados por uns 10 minutos, sinceramente nos pareceu uma eternidade, então, o coordenador da atividade nos separou e já pediu que tirássemos a venda.
Partilhando o momento: o sentimento da maioria das pessoas foi basicamente os mesmos, medo, insegurança, solidão e muitos outros sentimentos, porque andando no Escuro a sensação foi como se estivesses sem Deus, e esses sentimentos tristes nos dominaram a alma, por que Deus é nossa luz é a luz do nosso caminho, nosso farol. "Creio em Deus Pai, todo poderoso, Criador do Céu e da Terra"

2º Momento - Celebrar
No segundo momento vimos no Sacramento primordial de Deus a entrega do Corpo e do Sangue de Jesus na Eucaristia.
A Eucaristia é o coração da Igreja, ela é um chamado, uma entrega de coração aberto, um crer, o perdão, é a nossa salvação, é uma alegria antecipada para o encontro com o céu.
Eu vou celebrar aquilo que vivo e vivo o que eu celebro.
A Liturgia é a nossa celebração diária, ela nos leva a uma experiência de fé, um encontro com o Espírito Santo. Se eu não viver a fé, se eu não crer, se eu não rezar, se eu não fizer minha parte com fé serei com um vaso sem terra, sem sementes e sem plantas e nunca conseguirei florescer. Minha fé não pode ser levada no vento, ela deve ser construída na rocha, na rocha da minha igreja.
No final partilhamos o pão e um delicioso suco de uva com nossos irmãos como sinal da partilha de Jesus comigo e da minha partilha com o outro.

3º Momento – Viver
No terceiro momento entramos em uma sala com uma linda música e 2 pessoas sentadas ao centro simbolizando Deus nos moldando.O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida e o homem se tornou um ser vivente.” Gêneses 2, 7.
A principal atividade dessa sala teve com objetivo a materialização individual com a argila, ou seja, cada integrante do grupo ganhou um punhado de argila, para transformá-la conforme seus corações iam se envolvendo na atividade. E as palavras do Seminarista Guilherme entravam em nossos corações juntamente com a doce melodia e ele dizia que vivemos, Deus nos criou, temos sede, sede do Pai, que nos criou como seus filhos amados. Senti como se nós fossemos o próprio barro e através da oração e meditação junto a Jesus, Ele derramava água viva, no qual, íamos  moldando aquele punhado de argila e  a transformação ocorria em nossas mãos e em nossos corações.
E o palestrante falava-nos que essa sede que sentimos se chama felicidade, por que se sentimos sede somos convidados a buscar essa água, essa água viva que vêm do Senhor. E nessa busca incessante com o coração aberto encontramos a felicidade que é um sentimento de paz, amor e ele abriram-nos os olhos também para os obstáculos e nos deixou algumas perguntas:
Como seguir esse caminho?
Como viver em Deus?
Como se viver o caminhar com Deus?
Como apenas uma palavra ele respondeu as 3 questões: Somos Bem aventurados, e devemos viver essa presença viva que é o Espírito Santo, a fé, a esperança e a principal a caridade. Somos livres, na nossa liberdade devemos abrir o coração e deixar Deus nos modelar. O oleiro é o Senhor.

4º momento – Orar
Nesse último momento do Laboratório de Liturgia o palestrante convidou-nos a pegar um copo com um óleo e ungir o nosso irmão, com pensamentos de cura, unção, e renovação da vida do outro. Depois fizemos uma procissão com a cruz e louvando ao Senhor.
Finalizamos rezando o Pai Nosso e meditando cada pedacinho dessa poderosa oração.

Através desse relato agradecemos a disponibilidades de todos os palestrantes envolvidos nesse dia abençoado. Que Deus os capacite cada dia mais para que juntamente com o Espírito Santos vocês sejam sempre movidos por esse Deus maravilhoso e cheio de misericórdia para com seus filhos amados.

terça-feira, 9 de abril de 2013

O principal dom que temos é o Amor



Havia, certa vez, uma jovem de família de classe média que estava ficando cada vez mais doente. Por fim, ela não queria mais nem se levantar da cama. Era uma doença misteriosa, que nenhum médico descobria.  
Um dia, após os exames, o médico chamou os pais dela e disse: “Quero tentar ainda um recurso. Se vocês me permitirem, levarei a sua filha comigo para um passeio”. Os pais concordaram.  
No dia seguinte, logo de manhã, o médico parou seu carro na frente da casa deles, a jovem entrou e saíram. Atravessaram a cidade e seguiram por ruas de terra, num bairro bem pobre. Pararam junto a um barraco.  
O doutor disse: “Chegamos. Vamos fazer uma visitinha”. Ao entrarem no barraco, o médico foi recebido naturalmente, sinal que ia lá com frequência. Ele apresentou a garota e fez perguntas sobre a saúde da viúva e dos filhos.  
A mocinha observava tudo. O médico deixou alguns medicamentos e despediu-se. Na volta, a menina perguntou se iam voltar. “Sim” respondeu ele.  
Dois dias após, o médico encostou o carro junto à porta da casa da jovem. Ela já o esperava, com várias sacolas plásticas. Durante o percurso, conversou animadamente. Chegando ao barraco, foi ela quem mais conversou. O médico estava satisfeito. Seu novo método de cura estava surtindo efeito.  
Voltaram mais vezes. Depois ela passou a ir sozinha, com as amigas, que alargaram o seu círculo de amizades na favela. Algumas semanas depois, a moça estava curada, bonita e bem disposta.  
Conclusão:
Os nossos dons foram feitos para serem usados e não guardados só para nós.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Livre-se de todo o peso desnecessário...

Vencemos a morte e a vida abre-nos um imenso sorrido, depois da meditação da quaresma e com todas as fases e dias no coração, continuaremos o caminho através de nossos atos e ações. eficaadica. essa é uma parábola para reflexão e é uma continuação do caminho. 

É uma regra do montanhismo. Mas somente quando você está lá, subindo o monte, com uma mochila pesada nas costas, debaixo do sol, o joelho doendo, e as costas doloridas, é que essa regra se torna clara e verdadeira como nunca. Quaisquer 100 gramas a mais parecem 10 quilos…
E em nossa vida diária é a mesma coisa.  
Temos que largar mão de tudo que é desnecessário, toda a bagagem inútil, para podermos chegar ao destino desejado. O ano está avançando. Parece que foi ontem que falei feliz ano novo. Temos metas, desafios, e temos que avaliar o que estamos levando na bagagem.  
É uma boa hora de jogar fora tudo o que atrapalha, tirar todo o peso que certamente nos impedirá de avançar. Mágoas, rancor, tristezas, lembranças ruins, fracassos, raiz de amargura, traumas, comodismo – e tudo que pesa sobre nós e nos impede de ir adiante com serenidade.  
Mas como?
TOMANDO UMA DECISÃO.

Você já tomou sua decisão!!! Agora vamos em frente!!!!